You are currently browsing the monthly archive for Março 2008.
eu te amo muito
mas não posso tudo
vou te dar o mundo e nada mais
sou só um rapaz
que faz o que nem genghis khan faz mais
o mundo e nada mais
sou só um rapaz
que faz o que ninguém mais faz
transformo o mundo em gás
faço o que nem bush fez ou faz
te tiro o mundo e nada mais
Estréia em João Monlevade (MG) o projeto Trombone nas Montanhas de Minas, produzido por Andréa Carvalho e Renato Millani e aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, do MinC.
A abertura está marcada o próximo dia 30, às 11h30, na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus, em Carneirinhos. Ainda não está definida agenda para as outras cidades do roteiro cultural, da região do Médio Piracicaba.
Através do projeto, o grupo Trombominas, de Belo Horizonte, leva música erudita a igrejas e praças públicas.
A produtora Andréa, que conheço de velhos carnavais, já foi personagem de matéria minha. Quer ler? Clique aqui.
“O crítico não é nada, se não possuir, como o poeta, um impulso ficcional”.
O fragmento do poema “The Rival”, que reproduzi em outro post, acompanhado por traduções de Brito Rezende e minha, recebeu, via comentário aqui no blog, esta tradução de Elisabeth Butterfly, my lover (moon lover?):
“Se a lua sorrisse, teria o teu rosto
Deixas a mesma sensação
De algo lindo, mas demolidor
Ambas usam a Luz dos outros.
A boca lunar chora ao mundo; a tua é insensível
E o teu maior dom é tranformar tudo em pedra”
By Sylvia Plath (1932-1963)
“If the moon smiled, she would resemble you
You leave the same impression
Of something beautiful, but annihilating.
Both of you are great light borrowers.
Her O-mouth grieves at the world; yours is unaffected.
And your first gift is making stone out of everything.”
Tradução de Luiz Carlos de Brito Rezende:
“Se a luz sorrisse, pareceria contigo
Você deixa a mesma impressão
De algo lindo e arrasador.
E ambos sabem defender o seu.
Ela chora de boca cheia; você é manhoso.
E seu maior charme é saber tirar de tudo pedra.”
Minha tradução:
Se a lua sorrisse, pareceria você
Você deixa a mesma impressão
De algo bonito e avassalador.
Ambos se servem de luz alheia
A bOcarra lunar chora pelo mundo; a sua é insensível.
E seu maior dom é transformar tudo em pedra






